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Café da Manhã do Conhecimento do CME recebeu consultor da Facesp

“A palestra foi ótima. O tema apresentado é muito propício para o atual momento do País, que passa por mudanças de governo e de tomada de atitudes drásticas na área econômica”, destacou o presidente da ACIL, José Mário Bozza Gazzetta, após a palestra apresentada pelo economista e consultor da Federação das Associações Comerciais do Estado São Paulo (Facesp), Dr. Marcel Solimeo, no último Café da Manhã do Conhecimento do CME de 2016, promovido no dia 20 de outubro na ACIL.

Com o tema “Perspectivas da situação brasileira”, o economista recapitulou alguns fatos relevantes da história econômica brasileira para que os empresários presentes pudessem entender melhor as razões que levaram o Brasil a enfrentar o período de crise e de perda de confiança, além de amargar uma taxa de desemprego que chega a 22 milhões de pessoas desempregadas. 

Para a superintendente do Conselho da Mulher Empreendedora, Vera Mattiazzo, é essencial que todos procurem entender mais sobre o tema abordado no evento. “Na verdade todos nós, empresários e cidadãos comuns, temos que ter conhecimento sobre economia, porque é o que move o mundo corporativo. Além disso, nossa vida está totalmente ligada à economia”, disse. 

Além de explicar as razões pelas quais a crise afetou todos os setores que movimentam a economia brasileira, Solimeo também destacou algumas medidas que podem ser tomadas pelos empresários para tentar reverter ou minimizar os impactos nas empresas. “Melhorar a gestão do negócio, com melhor controle do estoque, treinamento e motivação com a equipe de colaboradores, contenção de gastos, entre outras ações, podem reduzir o impacto da crise”, falou o economista. 

“Sempre é bom ter uma visão de quem está há anos atuando na área econômica e que já passou por tantas mudanças. Além disso, a visão de Solimeo é otimista com relação ao futuro do nosso país”, enalteceu o presidente da ACIL, que acredita que com a cooperação do congresso na aprovação das medidas que estão sendo propostas, “existe uma grande possibilidade, já no começo do ano que vem, de começarmos a sentir essas mudanças nos nossos negócios e no nosso dia a dia”, completou Gazzetta.