Home

Associado

Logo

Qual a melhor hora para trocar de computador na empresa?

Hoje é praticamente impossível não estar conectado à rede. Não apenas na vida pessoal, mas dentro das empresas existem os equipamentos, sistemas e diversos outros processos que compõem o dia a dia empresarial. Por isso, ter um computador, notebook ou servidor atualizado e em bom estado é imprescindível.

Por se tratar de uma tecnologia que está em constante atualização, alguns equipamentos podem apresentar problemas com o tempo. “A partir do momento que o usuário passa a perceber lentidão e mensagens incomuns, deve-se solicitar uma manutenção preventiva a fim de evitar a perda de dados por problemas de hardware, malware ou vírus”, conta Julio Oliveira, diretor comercial e suporte JTI do Grupo Controle Informática.

Muitos destes problemas acabam acontecendo também no momento da instalação ou atualização de um software, que dependendo do site onde foi feito o download, pode vir com vírus ou fazer a instalação de programas indesejados. “A contratação de um serviço técnico da área é o mais indicado. O técnico de TI está diretamente ligado ao progresso e à organização da empresa, em qualquer infraestrutura tecno-lógica. Os serviços de TI ajudam na otimização de seu tempo e serviço através de ferramentas e soluções”, explica Oliveira.

É o técnico de TI que irá apontar a melhor hora para fazer a troca do equipamento, já que este provavelmente possui o histórico detalhado de cada um. “Atualmente existem várias marcas e modelos com diferentes desempenhos. Para a área administrativa, onde o usuário faz uso frequente de e-mails, impressões, sistema ERP, emissão de nota fiscal, entre outros; indicamos processadores de 2.8GHz e memória igual ou superior a 4GB”, aponta o diretor. Ele finaliza dizendo que na escolha entre um notebook e um desktop, não existe melhor ou pior, mas sim aquele que se adapta à necessidade do usuário. “O notebook é mais prático e possibilita uma organização melhor e mais fácil do ambiente. Já o desktop permite upgrades no equipamento, além de ter mais mão de obra especializada”.