Home

Associado

Logo

Quem dança os males espanta!

Não é novidade para ninguém que pessoas que praticam exercícios físicos, possuem mais saúde, disposição, longevidade, entre diversos outros benefícios. Porém, nem todos conseguem ou tem vontade de se envolver em atividades como a musculação, e estão sempre a procura de uma alternativa que seja mais interessante e até mesmo divertida. É ai que entra o papel da dança!

Dançar é uma das atividades mais completas que uma pessoa pode encontrar. Seus benefícios vão muito além do físico, como explicam Kelly Cristina Nascimento e Tiago Lopez, diretores da Estação da Dança. “Há o trabalho muscular e também de flexibilização do corpo. Porém, a dança também trabalha muito a parte cognitiva, disciplina e a coordenação dos praticantes, além de ajudar na sociabilidade e principalmente autoestima.”

Qualquer pessoa pode praticar a dança, e ao contrário de outras atividades, esta não impõe barreiras de idade ou sexo. “Nós temos aqui desde crianças de três anos fazendo aulas em nossa Baby Class, até adultos de 50 anos, e não existem limitações. É trabalhada toda a parte física deste aluno como flexibilidade, postura, articulações e tônus muscular, principalmente nas atividades técnicas. Tudo que se consegue em uma academia de musculação é possível através da dança”, acrescenta Kelly.

Aqueles que procuram as aulas podem fazer uma visita e descobrir o estilo que mais lhe agrada, ou que mais se encaixa dentro de seus objetivos ou necessidades. “Nós sempre pedimos uma avaliação médica para os alunos iniciantes, assim podemos encaixá-los no melhor estilo, como também passar os movimentos que estejam dentro de suas capacidades”, explica Lopez, que além de professor de dança é formado em Educação Física.

No final, quem dança é mais feliz! É o que aponta um estudo apresentado no International Journal of Neuroscience, uma vez que a prática eleva os níveis de serotonina (hormônio que eleva o sentimento de “importância”) e dopamina (hormônio que causa a sensação de “amor”). “Uma pessoa que dança, quer se divertir. Estes hormônios fazem com que a pessoa se sinta bem, esqueça os problemas e eleve sua satisfação pessoal. Dançar deixa de ser uma obrigação, e se torna um prazer”, finaliza o diretor.