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Não caia na malha fina!

Fazer a declaração anual do Imposto de Renda (IR) é uma entre as várias obrigações fiscais do cidadão e empreendedor com o governo. Segundo Alessandro Landgraf e Carlos Augusto Landgraf, da Escont Escritório Contábil, com base nas informações da Receita, o IR é mensalmente retido no salário ou pago com base em outros rendimentos dos brasileiros.

É através da declaração obrigatória anual que a Receita Federal verifica se o cidadão está pagando mais ou menos impostos do que deveria. “Quando detectam que o contribuinte pagou menos impostos do que o estipulado, ele precisa compensar, e o valor é informado no momento que as informações são preenchidas, através de boleto ou depósito bancário”, explicam. As informações declaradas são sempre referentes ao ano anterior.

As situações mais comuns para declaração são de pessoas que tiveram rendimento anual superior à R$28.559,70. Além delas, também declaram aqueles que receberam indenizações trabalhistas, caderneta de poupança ou doações acima de R$ 40 mil; que realizaram operações em bolsas de valores e demais tipos, entre outras.

É possível deduzir valores da declaração como plano de saúde, educação, filhos e dependentes ou contribuição à previdência social e privada. É preciso estar atento na hora da declaração, pois erros de preenchimento do IR geram penalidades ao contribuinte. “É importante procurar um profissional de confiança para fazer a declaração. Isso porque será preciso passar todos os dados, documentos pessoais e informações sobre renda”, acrescentam Alessandro e Carlos Landgraf.

Os proprietários da Escont ressaltam que o recomendado é pedir a indicação na hora da contratação, assim como a verificação de que se a empresa é registrada no Conselho de Contabilidade (CRC), ou no caso de prestador de serviço, se ele é qualificado de acordo com a legislação do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).