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25 de maio - Indústria: a beleza da transformação

Com maior participação na região do sudeste brasileiro, a indústria conquistou seu espaço significativo, sendo a principal geradora do PIB – produto interno bruto – do País.A história das indústrias brasileiras é extremamente recente quando comparada à de outros países, principalmente os que viveram a Revolução Industrial no século XIX. Renato Laranjeira, proprietário da AirZap Anest Iwata, também decidiu participar do ramo que insere o Brasil entre as dez maiores economias do mundo, por acreditar e ver de perto a beleza da transformação da matéria prima em máquinas, proporcionada pelas indústrias. Além disso, Laranjeira relata que a procura por tecnologias também é ponto primordial na decisão trabalhar no ramo, “nossa motivação também está na busca, de pesquisar tecnologias que nos permitam desenvolver produtos inovadores, principalmente os que trazem benefícios para as pessoas e para o meio ambiente”.


Com 15 anos de mercado, a AirZap Anest Iwata
acredita na indústria brasileira, gerando empregos e
proporcionando um futuro de esperança e honra

Levando isso em consideração, a AirZap se tornou a única empresa brasileira a fornecer ao mercado o compressor de ar que tem o menor nível de ruído e uma completa linha de compressores silenciosos, isentos de óleo e sistema exclusivo de sucção (conhecido como DryZap) que não utiliza água, colaborando para a manutenção do meio ambiente.A experiência como empresário no ramo industrial trouxe para Laranjeira ótimas experiências profissionais e também pessoais. “Ser empregador da indústria me traz o privilégio de ajudar o Brasil a crescer, gerar empregos e proporcionar um futuro de esperança e honra”, relata o proprietário, que exemplifica essas experiências com a conquista de um importante desenvolvimento para a empresa: um sistema de vácuo para aplicação odontológica, em 2006, que não utiliza água em sem processo, antes mesmo desse momento delicado da crise hídrica do País.Como todo empreendimento, existem os pontos positivos e também os negativos, e Laranjeira ressalta a necessidade de encará-los com otimismo e na importância de criar ações urgentes para neutralizá-los, “os pontos positivos trazem a gratificação de trabalhar com a indústria, como o relacionamento com as pessoas, colaboradores, clientes e principalmente com a sociedade, além de trocar experiências e formar a grande família que é o nosso polo industrial”.Com uma experiência de 15 anos no ramo, o proprietário enxerga a grande dificuldade que a indústria vem passando no Brasil. Porém, ele enaltece que a realização de um trabalho forte, é a chave para vencer todos estes desafios que estão e vão ser enfrentados durante esse ano.

Histórico Econômico
“O processo de industrialização no Brasil ganhou importância a partir de 1930, com forte participação do Estado, e deslanchou de maneira extraordinária na década de 50, quando começou a ser implantada a indústria automobilística no País”, conta o economista, José Carlos Bigotto.No Brasil, existem indústrias de bens de consumo até as de tecnologia de ponta. Essa industrialização se concentrou na região sudeste e avançou para a região sul, onde esstá concentrada grande parte do parque industrial, embora hoje, já existam outros importantes polos distribuídos nas demais regiões.Bigotto também explica que, no Brasil, as indústrias ocupam uma posição de destaque além dos setores automobilísticos, “o setor petroquímico, minerais, metalurgia, alimentação, agronegócio e petrolífero, registram importantes avanços, apesar das dificuldades enfrentadas”.É de conhecimento de todos, que a indústria brasileira vem perdendo competitividade nos últimos anos, e o único motivo é devido aos altos custos, os baixos padrões de produtividade e o câmbio.


O economista, José Carlos Bigotto ressalta que o
Brasil tem destaque no setor automobilístico,
petroquímico, minerais, metalurgia, alimentação,
agronegócio e petrolífero

Os problemas enfrentados pelo setor envolvem carga tributária, custos da energia, logística, os encargos trabalhistas e os custos financeiros. “A indústria enfrenta, em condições desiguais, a concorrência dos importados, por isso não consegue absorver esses custos, o que não acontece com boa parte do setor de serviços”, explica o economista, enxergando que a melhora da produtividade, será somente com uma melhor preparação dos profissionais no mercado de trabalho, com o aumento dos cursos técnicos e melhor padrão educacional.Para ele, a retomada do crescimento econômico deve acontecer quando, “houver percepção de que as medidas do ajuste irão atingir suas metas, melhorando a confiança dos agentes econômicos”. No mercado interno, as oportunidades devem aparecer na medida em que a concorrência com os importados se tornar menos desfavorável, favorecendo o produto nacional, no consumo e na produção. “Ao mesmo tempo, nossos produtos se tornam mais competitivos no mercado externo, principalmente se o governo retomar acordos comerciais que facilitem nossas exportações”, relata.


No Brasil, existem indústrias de bens de consumo
até as de tecnologia de ponta.