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Carnaval: hora de festejar

O Carnaval é o evento mais popular do Brasil, e que todos os anos reúne milhares de foliões em blocos de rua, eventos em clubes e bares. É um dia de festa, com decorações bem coloridas e fantasias que remetem à cultura e folclore brasileiro com muita música, diversão e alegria que estampam os cartões postais brasileiros.

Por isso, a procura por roupas e adereços carnavalescos aumenta nesta época do ano e segundo Ramon Zovico, diretor geral da Orenir Festas e Fantasias, são diversas as opções para o consumidor escolher aquilo que mais irá agradar e destacar no meio da multidão. “Para as crianças temos princesas, palhaços, super-heróis, piratas entre outros. Já os adultos estão optando mais por acessórios, assim podem montar algo que eles gostem. Mas há também uma grande procura por fantasias de unicórnio e sereia.”

A dica para criar uma fantasia que seja diferente e exclusiva, é pegar as referências de assuntos que estejam em alta e dar aquele “toque de humor” nela, mas para isso é preciso deixar o tradicional de lado e colocar toda a criatividade para fora. “Você pode utilizar máscaras, chapéus coloridos, maquiagens, tinta cor­poral e para cabelo. Nós podemos ajudar no que for preciso para montar um look de carnaval e criar algo bem divertido e diferenciado”, conta Zovico.

Na parte de decoração a aposta está nos itens que sejam bem coloridos e que tragam uma experiência única nesta época do ano. “Temos réplicas de máscaras, varais de metaloide, plumas, adereços para composição de painéis, pierrôs etc. Mas é claro que existem aqueles itens que não podem faltar como os confetes e festões. A explosão de cores e até mesmo as pessoas fantasiadas são os responsáveis por dar cara ao evento”, finaliza o diretor da Orenir.

O Carnaval é uma época de muita festa e alegria, mas é sempre bom lembrar que esta deve ser aproveitada de forma saudável, respeitando sempre o espaço pessoal das outras pessoas, a cultura, escolhas e a individualidade de cada um; além de evitar qualquer tipo de excesso. E a dica é sempre a mesma: se for dirigir, não beba.